C'est la Vie

C'est la Vie

não lambo mais bitucas de cigarro. Meu corpo não suporta mais, madrugadas e madrugadas de noites alcólicas. Talvez seja a idade, talvez a falta de amor próprio.
A falta da vida. Ninguem que come comida vegetariana, não bebe e não fuma, pode gostar da vida. Isso é uma tortura pessoal.

Porque infelizmente, aquela frase que tudo que é bom, engorda e faz mal pra saúde, é a mais pura verdade... Não me venha com papo furado.
Mas a idade chega pra todo mundo. E dançar sob a lua, correr embriagado pelas ruas do centro... Dançando o ultimo blues com a luz dos faróis...
Isso vai se embrenhando na lembrança, não condizendo com a carcaça corroendo pelas chuvas ácidas dos desamores... Vamos virando fosseis da nossa imaginação.
Derretendo sobre a frieza dos ossos, no definhamento do coração, ossos de geladeira. E o que flutua sobre ventos em folhas amarelas no parabriza contra o sol no semáforo. É só a lembrança
que vai se perdendo, até não saber, se a moça doce que deita ao seu lado é sua filha, sua mulher ou a Dona Morte. Que me leve no beijo gelado na minha testa.
Pra um lugar onde os faróis dos caminhões nas docas, não tenham hora pra apagar. 

Ps; como de antigamente, ofereço uma musica pra ser ouvida onde se lê esse texto!  Mrs. Tom Waits - Watch her Disappear



Como eram doces as manhãs acordando com o cheiro ouro do seu cabelo no meu rosto, e as cores que o sol contruia contra sua silhueta azulada.
Sua temperatura mais aconchegante que um rebanho de ovelhas...
Todos seus sabores eram tão sutis como as tardes aquecidos em raios de
Sol no Outono... o cor de rosa da sua boca em contraste ao branco dos seus dentes...e minha idade pulsando sangue corrente e vivo nas minhas veias... e seus movimentos eram como um soft Banjo tocando em sincronia!
 E eu vi por um instante a morte me chamar pra dançar e eu ri disso tudo por não me importar com nada!! Pra hoje mastigar minha loucura com gosto de ferrugem... pra me encasular no meu próprio desconhecido!!

Quando se perde o brilho, e as coisas perdem o cheiro, eo sabor...

E aquela lembrança que te preenchia o corpo de sentimentos, pelo cheiro que o vento trouxe por um longo caminho

não tinha endereço, mas ele passou do nada ali, um pequeno frasco de ar... não veio de lugar nenhum

Que te trouxe os sentimentos mais presentes, onde quase toca baixinho dentro do seu ouvido, a trilha que fez parte dessa vida.

Mas os olhos se tornaram breus, perderam o brilho. Se esfumaçaram, ai vem chegando mais um senhor. Cada ano, cada passo, cada escolha

no inevitável caminho. Uma conversa se aproxima cada dia mais, o rosto branco envelhecido, a voz rouca pigarreia...e vai ficando nítida

"Não olhe pra trás". Não se negocia os ultimos dias. O tempo amassa e machuca, e os olhos irão perder o brilho.

Nada é tão mais novo. 1"Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar" 

sentimentos se afloram pra outros morrerem, são os espaços ocupados num ciclo da vida. Os que morrem pra outros nascerem

Hoje se perdem na beleza burra, por isso o brilho se apaga. Os corações que só batem no mesmo ritmo. O medo de se perder no tempo

e vivemos sem o medo da queda, que na verdade é um momento sublime... O silêncio, a pausa do tempo pro absoluto despencar no abismo escuro

o perfeito estado de sensatez.

2"C’est l’histoire d’un homme qui tombe d’un immeuble de 50 étages. Le mec, au fur et à mesure de sa chute, il se répète sans cesse pour se rassurer : « Jusqu’ici tout va bien... Jusqu’ici tout va bien... Jusqu’ici tout va bien. » Mais l’important, c’est pas la chute. C’est l’atterrissage."

E é só a simples metáfora, da vida simples... do amor, da geração que vivemos, que tem medo do outro..do ser visto..do se jogar... de ser você. A vida perde o Brilho...os olhos perdem o brilho

É no fundo uma abreviação de onde você vai chegar. Não abrevie o caminho, observe as folhas dele.

 

1= musica Siba

2= Trecho do filme "La Haine"





(The Knife- Heart beats)

And you
you knew the hand of a devil
and you
kept us awake with wolves teeth
sharing different heart beats in one night

Minha febre baixou, meu sangue já não corre tão intenso e brilhoso em minha veias, a panela de pressão esfriou. Já não me divirto tanto em amanheceres alcolizados...

As luzes do centro já não me parecem mais tão bonitas... não me inspiram mais nada. Beber, tem me feito mal. duras ressacas doídas ... não era mais como antes.

Junto vem uma maturidade, um saco cheio do que eu não quero ver, nem ouvir. E não ouço, a burrice, a infantilidade a falta de coragem, me tem tirado da rota.

Já to muito tempo sozinho... A tempos que só ouço bom dias amargos. Sexos vazios, gozo pra que se acabe. Se apaixonar não é mais uma tarefa... é algo improvável.

Menina gentil, branca como os dentes sem sangue, sem carne. O impulso morno, aficionado por sonhos e extintos ao cotidiano. Dance o quanto lhe for pertintente

quando se libertar. Mas já não estarei mas lá pra assistir. Muito menos pra cantarolar qualquer coisa no fim da madrugada.

A idéia da troca se tornou invasiva, e meus anseios sublimes, se tornaram um pesadelo. Fui me apunhalando num harakiri intenso e vagaroso. Sem deixar nada, nem minha dignidade.

Desisto da poesia, e não de onde vou me encontrar, ainda espero achar por ai, a tal encruzilhada no meio do deserto, pra poder tocar um solo fino de blues na minha guitarra.

Mas dessa vez que seja sozinho. meus indios e meus demônios peleando em carne viva...enquanto vou rir dessa merda toda. Até nao desistir, contra o impacto crâniano numa esfera de 9 milimetros.

Queira sim, uma manhã doce, sobre um vale com cheiro de laranja, confortavelmente acalentado em braços macios e cabelos longos flutuados ao vento. teu seio abraçado de lã.

Mas isso não é mais um sonho, é um pesadelo.

 

Boa noite




(ouvindo "Was"..do Vincent Gallo)

Eu não sou obrigado a te agradar. Tambem não espero que você me agrade.

Corrompi meus sentidos pra poder te falar isso... Afoguei meus demônios em "naftalina".... tirei dinheiro de onde não tinha

pra pagar tratamentos e "tratamentos" contra sua falta de respeito, sua falta de amor, sua falta............

Por conta disso, tudo se esfriou, até o sol que esquentava minhas manhãs geladas do outono.

Esfriou minhas crenças, minhas paixões minha poesia...

minha nobre gentil sensibilidade, quando voltava sozinho pra casa de carro e passava sobre folhinhas amarelas caidas pelo chão da rua

Me tornei um ogro, um troglodita... o botão do foda-se, quebrou apertado... As boas noticias nunca mais foram tão boas...nem os porres de vinho

libertários, caminhando solo pelas ruas do centro, encantadoramente avermelhadas....  O Porto seguro já não é mais um lugar confortável, porque eu nem sei

mais se essas palavras ainda existem. Eu tenho o escuro de uma caverna fria, ensopada da metade pra cima de fumaça de cigarro que abre caminhos em forma de desenho

quando incessantemente assopro ela do meu pulmão...contra a luz baixa que entra pela  fresta da janela ao amanhecer.

Tenho a silhueta vagamente iluminada por brasas de cigarro quando tragadas. De fundo um jazz dissonante de Chet Baker, ainda consegue alcançar o mais profundo blindado resto de estômago...

Á esse lugar não se denomina mais lar... A cama foi envolvida em plástico e os lençois botei fogo, pra não imaginar que qualquer cheiro um pouco mais doce na minha cama, possa ser seu...

Pois hoje, eu simplesmente vou nessa... é disso que me alimento hoje, de simplesmente ir nessa...

Pra poder ter esse momento sublime, de te falar....

Eu não sou obrigado a te agradar....e tambem não espero que você me agrade...não espero que você me agrade.

Caralho... eu to bebado...acho que bebi alguns dry martinis!!
enfim... isso é uma arma.. very dangers..
mas acho que entendi algumas coisas... agora talvez...
A gente nunca daria certo.. eu sou a parte intensa que não te cabe... eu não sou a calma que vc precisa, nem nunca vou ser!!...porque eu sou intenso pra caralho.. porque meu sangue corre aluscinado nas minhas veias... e eu nunca vou ser a calma que vc precisa... a gente daria choque... e vc sabe disso, por isso eu te intrigo.. porque vc sabe o quão longe e louco isso poderia ser.....eu nunca vou ser o contra-ponto...A serpente do dragão...não, eu nunca seria Yin nessa historia...!! Porque por sermos isso, eu seria Aquiles...

Porque você tem medo de brincar com o lado extremo... e não seria tão poético como cantou Vinicius em verso e prosa. Na sua pele branca

isso iria corroer....até os ossos.. e isso pra mim é amar, nas profundezas do que não conheço... não falo por merecimento..

falo pela nobreza da pele em chamas, falo sobre os olhares avessos, inversos...em versos que ninguem precisa entender...

Por nao precisar ser dito.... Somos o maldito... nada programado... o que resta de ar dos afogados...

O Jogo de xadrez entre a morte eo Jurado... o banho de chuva que lavaria a alma, que ficou preso no medo do resfriado...

Seria muita falta de personalidade tentar ser mais comedido, mais contido, pra soar agradável e confortável pra consciência alheia!!

Foda-se, não sou a merda de um boneco mesmo!! "Por delicadeza, perdi minha vida"

 

Burra beleza triste, a que se consiste em versos soltos de significados só teus, em quão o mórbido te acalenta em madrugadas frias..

Ao teu peito canto em surdina,  meu talentoso solo dissonante, minha veia pulsante contra seus dentes de porcelana

Admira-se ao outro...

Boneca de vidro, se equilibra em passos de dança sobre a corda bamba num penhasco, pra somente ver uma flor amarela do outro lado

Reverência-se um leão banguela... sem manada, sem mais nada... ruge pra camuflar a força que não tem...

A ilusionista de circo falido, que não dorme sem Cartola, mágicas que só ela acredita, sem platéia

Amantes não são espelhos que refletem elogios, esses pobres não vem a fragilidade...

Porque só quem dança de madrugada entende a profundidade da alma, esse sim sabe beber vinhos baratos em velhos mausoléums

Só que não é essa troca que te alimenta... e sim, o espelho que não reflete o que é teu

Afinal o que pretendes ser?

A rainha cega num castelo de areia com mil suditos no deserto?

Prefiro ser rei de mim mesmo, dançando descalço fantasiado de plebeu... vem dançar que o asfalto é mais quente que o camafeu...




 


Tempo sem tempo

 

Escrevo nas paredes do universo, ele tem fim sim. E lá escrevi palavras soltas ao vento, coisas que nunca tive coragem

de falar... e acabou num grito abafado em mergulhos de preces no mar... evaporaram todos sentimentos presos, desabafos,

e desejos contidos. Virou a chuva ácida pra molhar quem nunca ouviu... inundou de loucura quem só pensou em brincar no

sol... e corroeu as pedras duras que foram arremessadas docemente em rios fervendo... pedras duras...

(to ficando meio subjetivo demais)...

Perco meu tempo num lamento bobo, meu ponto fraco me sufoca... não se ensina amor se não viveu...

Se me colocou aqui, esqueceu de me ensinar a lidar sem tempo... me comove o que lentamente se move...

Mas me machuca o que imediatamente desejo... Se perde fácil a tanto tempo que não vejo...

Caminha sem eixo... até um dia que olhar pra trás e entender que não existe mais o centro...

E que o encantamento vive no suspiro momentâneo. No descompasso....

Não me ensinou a brincar, a noite dura quando quero dormir e curta quando quero dançar...

Você se apaixona em um minuto, que pode durar uma vida, e se decepciona, onde pode se atingir outras...

(isso ta começando a parecer frases que você lê atrás de caminhão)

 

(cansei, esse texto nao tem destinatário..antes que alguem se atinja!!)

Não me espere..voltarei áspero a maresia fina corroi

 

Engulo com a boca cheia de sangue minhas lágrimas... desce um gosto de ferrugem... me levanto e me recomponho...

Um soco repentino no meu estômago surgiu no meio da confusão... Quem disse que eu queria passar por isso?

Quem disse que eu queria me apaixonar?

Entre flores, carinhos e gentilezas me proponho um deslize sublime debaixo de luas incrivéis e pôr do sol's imaginários dentre sonhos...

Quem disse que eu queria me apaixonar?

Meu mundo nunca teve essas portar abertas... privilégio burro... desnecessário...

Não haviam barreiras.. um rosto fino posto ao vento... corriam quase macios..(palavras de conforto)

Me coloco, desmonto, desconstruo, me desdobro ao entendimento que não me dialogou ao mais simples .. acho que não consegui

Talvez tenha falhado ali.. In the Mausoleum

O encanto da musica com o pouco que tinha de mim.. não foram suficiente...

Recomposto, não quero colecionar cicatrizes, procuro uma pureza extinta... Não me trague pro normal.. pro esperado

Isso empobrece minha alma...

Acho que vou correr sozinho pro meio do mar... era de lá que eu nunca devia ter saído

A penumbra do Mausoleum não foi feita pra mim!

Agradeço a boca macia, ao abraço suavemente encaixado ..ao porto seguro de ninguem

Do mar não sairei...

 

Não me convide pra dançar, se a musica ja acabou ea lua já desceu.

Me deixa uivar o restante dessa noite escura.

A lua era a unica coisa que ainda iluminava teu rosto.

Era o unico brilho que você ainda tinha.

O velho comandante de cem mil batalhas

 

Noites e mais noites amanhecendo com felicidades engarrafada...

Você fecha meus olhos e me inspira em fantasias que vão tão longe, até onde nem poderia alcançar...

E todo dia pergunto seu verdadeiro nome, e por quanto tempo poderia viver sem essa resposta..

Princesa do mundo encantado...mil anjos envolta, e jamais acreditaria nisso vivendo no meu mundo bruto... Eu sou o troglodita

que comanda um velho barco num oceano turvo... Eu sou o pirata cheio de cicatrizes de cem mil batalhas...

Eu sou o  capitão habitando minhas cavernas escuras e solitárias... O riso de ouro desdentado...

As tempestades não me assustam tanto quanto seu sorriso tão longe. E mesmo nesse mundo bruto solitário do mar,

escrevo cartas sem destino certo. Imaginando o quão confortável sua cama de plumas, os faixos de luz quente invadindo

seu quarto silhuetando seu rosto e entregando aos poucos seu rosto, seu corpo, sua beleza nua...

Ah Dona Princesa, adentro as  noites seu castelo impenetrável, jogo no eco meu canto dolorido que chegue junto com a brisa,

que bata logo a maior das tempestades e assompre essa vela o mais rapido possivel pra costa...

E só minha sombra na porta não te assuste, sem a nitidez não enxerga  todas essas cicatrizes... não ascenda a luz..

Sinta minha pulsação ao invés de tentar enxergar minhas cicatrizes...

Elas não embelezam, só me protegem de feridas que já fecharam...

JAMES MOO PINE


Bólo um baseado enquanto vejo o dia pensar em amanhecer pela janela, mais uma tentativa provavelmente frustrada de algo que me faça dormir. Já fazem 2 noites, a madrugada sempre me inspira e não consigo mais dormir depois da meia-noite. Pulo no meu carro ouvindo um groove pesado de uns amigos "Slow Foda", deslizo até o centro da cidade em busca de algo que ocupe minha cabeça, do que me faz não conseguir domir. atravesso os faróis a 120km/h, pressa não sei exatamente porque. As ruas vazias tavez me dão essa sensação de liberdade. Encosto meu carro na frente de um bar com neons na frente idicando um show de strip-tease e cerveja barata de garrafa. Aposto minhas ultimas fichas entro no bar e uma musica country começa a tocar na Juke Box. A cena de um filme B do corujão esta montada, a trilha, uma mulher de lindas pernas, peruca e minissaia cruza meu caminho com uma bandeja de drink´s e me dá uma piscadela, indo em direção a uma mesa de barrigudos engravatados... todos os tipos... sento no balcão e peço um cowboy 8 anos. Não faço muita idéia do que estou fazedo ali, não espero que aconteça nada, e nada realmente acontece. espero a luz da manhã invadir as frestas da porta, compro mais um maço de cigarro, mando embrulhar duas garrafas de cerveja pra viagem, e volto pro meu carro em direção a minha casa com a estranha e boa sensação de satisfação, de dever cumprido comigo mesmo... como se tivesse acabado de receber a melhor proposta de trabalho, ou alguma noticia boa que mudaria minha vida, um sorriso no canto da boca, ea penultima garrafa de cerveja entre minhas pernas. Porque afinal eu precisava daquilo pra deitar cansado na minha cama e desmaiar até as 3 hrs da tarde? Não queria ninguem, amigos, mulheres, queria sentir essa sensação ao amanhecer pra poder dormir em paz, com minha liberdade estabelecida, ali eu era o dono da minha situação, ali eu dominava minhas agustias, ali eu tava em paz comigo!!
Grand masters of war



Queria forças pra brigar por tudo que quero...
Poder viver do que eu gosto...
Alguns trocados...alguns amigos ... caixas de cigarro...
Uma garrafa de alguma coisa pra beber... um som interessante ali do lado
sendo tocado quase que em sincrônia...
Não to pedindo muito... só o que me faz sobreviver
O que me faz ter coragem de ir trabalhar...
Acho um saco ficar pedindo isso... Ingenuo pensar que alguem ouve tuas baboseiras...
alguem com uma força enorme que pode resolver seus problemas...

Tenho algumas doses de ultra-potente injeções ilusórias de felicidade instantânea...
O problema é que não duram muito, e só me restam alguns frascos até que o dia amanheça
e todos voltem pra suas agonias...

Ah eu quero que tudo se foda... um lugar pra dormir e uma mulher pra me chamar de meu naquela noite...
meu sangue ferve correndo alucinado por caminhos coloridos...
òbvio mas tão presente sonho de viajar por todos lugares conhecer pessoas, pra saciar minha sede...
uma lua grande no céu... uma viola que eu soubesse tocar... algumas garrafas de vinho ou wisque...
Muitas estradas de nomes diferentes... e umonte de gente com nomes iguais e suas estradas diferentes...

o meu velho e invisivel Avohai..rsrsrs
Meu Castelo de Areia




Faz tempo que não escrevo. Ando meio esquisito, meio sozinho, não literalmente falando.....os brother sempre tão comigo.
Mas tudo anda meio vazio. Não devia, meu trampo anda bem, coisas boas andam rolando, pessoas que gostam de mim tem ficado do meu lado.
Uma merda reclamar da vida, mas ultimamente sempre tem um vazio, um amargo!!!
Lembro que quando eu era criança, toda vez que eu via aquela marca de lampadas chamada OSRAM, eu pensava "Olha parece o nome do meu pai"....
Lembrei disso esses dias descendo a Consolação, passando na frente daquelas lojas de luminária....
É meu véio, to aprendendo que as pessoas são importantes na vida. Mas o fortalecimento diário, vai ser sempre interno...dia após dia...perdas após perdas..
choro após choro.... Assim vou tentando construir meu castelo de areia no meio da ventania!!!!
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